domingo, 30 de janeiro de 2011

Descriminação positiva




Aí há tempos, reparei em algo que me chocou: há cotas mínimas no número de mulheres que devem integrar uma lista para uma câmara, parlamento, etc. Chamam-lhe descriminação positiva.

As feministas defendem acerrimamente medidas como esta. "Devemos promover a participação das mulheres na vida política do país!" E vá de obrigar partidos e afins a meter mulheres nas listas.

Agora pergunto, a nossa constituição não diz que homens, mulheres, de qualquer raça ou crença, são iguais? Mas elas QUEREM ser descriminadas "positivamente". Descriminar é descriminar.

Quem se está a descriminar e estigmatizar são elas próprias, as feministas doentes e ferrenhas. Felizmente, no nosso país qualquer pessoa é reconhecida pelo seu mérito, valor, profissionalismo. Como homem, quero mulheres na política, mas quero que sejam pessoas competentes e com valor, não pessoas que "têm que lá estar para fazer os 33% de mulheres na lista".

Senhoras feministas: se querem defender os direitos da mulher, passem a fazer uma coisa primeiro. Não se inferiorizem. Não se julguem inferiores nem descriminadas pela terrível sociedade masculina. Não o são. Não no século XXI, não no nosso país. Notabilizem-se por serem melhores, ganhem lugares na política por merecerem, não peçam para entrar de favor, que é o que fazem, pois apenas estão a desacreditar as que lá chegaram por mérito.

Tenho dito!

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